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Archive for junho \29\UTC 2013

Os resultados de Sociologia são mais equilibrados e vários empates individuais ocorreram, sendo esses os destaques do primeiro semestre:

I UNIDADE

  1. MÉDIA 9,5: Suzana (A) e Ysabele (A)
  2. MÉDIA 9,0: Caroline (C)
  3. MÉDIA 8,5: Nataly (A), Antônio Wanderley (B), Nataniel (B), Thiago (B), Vitória (B), Matheus (C), Pedro (C) e Thiago (C)

II UNIDADE

  1. MÉDIA 8,5: Marcos (A), Mariana (A), Mayara (A), Nataly (A), Aline (B), Laryssa (B), Thayná Guedes (B), Aline (C), Amanda (C), Caroline (C), Maria Regina (C)
  2. MEDIA 8,0: Danyelle (A), Jean (A), Nathalia (A), Suzana (A), Ysabele (A), Brenda (B), Emmily (B), Hachely (B), Bruna (C), Lucas (C), Matheus (C) e Raiane (C)
  3. MÉDIA 7,5: Daniela (A), Lucas Henrique (A), Matheus Henrique (A), Sabrina (A), Adrielle (B), Antônio Wanderley (B), Kellyne (B), Natália (B), Tenylle (B), Thiago (B), Bianca (C) e Tagana (B)

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Aqui está um registro dos desempenhos das turmas A, B, C e D em História no primeiro semestre. Houve uma queda de rendimento na segunda unidade, o que nos chama a atenção para a necessidade de mais atenção aos conteúdos de História Geral Abaixo um gráfico com a evolução das turmas (considerando as médias gerais por turmas):

evol2

 

Quanto aos desempenhos individuais considerando as maiores médias, vemos um predomínio indiscutível das meninas. Aqui está a classificação por unidade:

I Unidade

  1. MÉDIA 9,5: Kaline (B)
  2. MÉDIA 9,0: Fernanda (A)
  3. MÉDIA 8,5: Pedro (A), Angelina (D), Beatriz (D), Dênisson (D), Paula (D)

 

II Unidade

  1. MÉDIA 9,0: Caroline (A)
  2. MÉDIA 8,5: Emanuel (A), Leandro (A), Maria Eduarda (A), Kaline (B), Jéssica Silva (B), Camila (C) e Paula (D)
  3. MÉDIA 8,0: Gilberto (A), Aline (B) e Ananda (C)

 

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Aqui está um registro dos desempenhos das turmas A, B e C em História no primeiro semestre. Houve uma queda de rendimento na segunda unidade para a turma A, o que nos chama a atenção para a necessidade de mais atenção aos conteúdos de atualidades que foram vistos. A turma B apresentou uma evolução e a C manteve o nível de médias. Abaixo um gráfico com a evolução das turmas (considerando as médias gerais por turmas):

EVOL3
Quanto aos desempenhos individuais considerando as maiores médias, vemos um predomínio indiscutível das meninas. Aqui está a classificação por unidade:

I Unidade

  1. MÉDIA 9,0: Laryssa (B)
  2. MÉDIA 8,5: Emmily (B), Tainá Vitória (B) e Tenylle (B)
  3. MÉDIA 8,0: Ervily (A), Jean (A), Nataly (A), Nathalia (A), Ysabele (A), Aline (C) e Thiago (C)

II Unidade

  1. MÉDIA 9,0: Ysabele (A)
  2. MÉDIA 8,5: Laryssa (B), Hachely (B), Natália (B), Vitória (B), Aline (C), Elayne (C) e Sérgio (C)
  3. MÉDIA 8,0: Gabriela (A), Mariana (A), Nataly (A), Suzana (A), Tainá Vitória (B), Thayná Guedes (B), Amanda (C), Caroline (C) e Tagana (C)

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Confira o texto publicado no Leia Já ou veja aqui em sua origem.

52% dos jovens são contra união homossexual, diz pesquisa

Escola montou grupo para discutir assuntos como o casamento entre pessoas do mesmo sexo

por Damares Romão | sab, 22/06/2013 – 14:10

Alunos e professores debatem sobre diversidade sexual, promoção da igualdade de gêneros e violência

Alunos e professores debatem sobre diversidade sexual, promoção da igualdade de gêneros e violência

Em pleno século XXI ainda é difícil conviver com as diferenças das outras pessoas. Nas escolas, onde os jovens tenderiam a ser mais “cabeça aberta”, aceitar as diversidades dos colegas ainda é algo a ser discutido e muito bem trabalhado.

Essa realidade foi apontada em número pelo Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN). Conforme o levantamento realizado em 26 escolas públicas, mais da metade dos jovens – entre 14 e 20 anos – não são favoráveis à união homossexual, enquanto 30,9% são a favor e 14,8% são indiferentes ao tema.

Apesar da constatação, na Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Trajano de Mendonça, localizada em Jardim São Paulo, na Zona Oeste do Recife, a situação é diferente. Professores das diversas disciplinas e alunos de várias séries formaram o Grupo Margarida Maria Alves de Estudos de Gênero.

Pesquisa_IPMN_EscolasO grupo surgiu em 2011 e hoje trabalha em parceria com a Secretaria da Mulher. Pelo menos uma vez por mês os participantes do projeto se reúnem para debater sobre assuntos como diversidade sexual, promoção da igualdade de gêneros, violência doméstica e contra a mulher. “O nosso objetivo com o projeto é trabalhar temas transversais, que permeiam o conjunto da escola. E são temas que nós devemos trabalhar no dia a dia, pois não tem dia pra você declarar ou se contrapor ao preconceito”, explicou a coordenadora do grupo, Rosário Leite, professora de português da instituição.

O grupo também desenvolveu a “Semana em Rosa e Lilás”, quando no mês de março todos os alunos e funcionários são convidados a utilizar as duas cores, além de ornamentarem toda a escola. “Com isso pretendemos demonstrando para colegas, familiares e toda a comunidade que não é a cor que determina o seu gênero”.

As reuniões auxiliam no desenvolvimento dos alunos e na formação deles enquanto sociedade. Dentro do grupo eles se sentem mais a vontade de conversar e expor opiniões sobre os diversos tipos de temas abordados. E quando o assunto é casamento entre pessoas do mesmo sexo, apesar de opiniões distintas, todos afirmam respeitar a vontade do outro.

Para a estudante do 3° anos, Helena Sales, 17 anos, todas as pessoas tem o direito de fazer escolhas e serem respeitadas independente da orientação sexual. “Nós temos que pensar que eles são seres humanos como nós e não interferir. Afinal de contas é a escolha deles e não nossa”, argumentou.

Já para Ysabele Oliveira apesar de ter amigos homossexuais, opinar sobre a união entre pessoas do mesmo sexo é complicado. “Eu não sou contra o assunto e acho que deve haver o respeito de ambos os lados. Mas hoje, infelizmente, isso não está existindo. Eu sou de uma religião que não é a favor e o direito tem limites. O artigo 5° da constituição tem incisos que defende a liberdade de expressão religiosa e as pessoas precisam respeitar a doutrina das igrejas. Se o civil está aceitando, então eu concordo que o casamento seja feito no civil”, finalizou.

Direitos Humanos – Em 2012, a Secretaria de Educação do Estado (SEE) distribuiu mais de 31 mil cadernos de orientações para educação em Direitos Humanos. O material foi entregue a todos os professores de ensino fundamental e ensino médio das escolas estaduais.

Com os cadernos, o objetivo da SEE é que as temáticas relacionadas aos Direitos Humanos sejam tratadas de forma transversal nas disciplinas da grade curricular. As cartilhas trazem propostas de atividades, sugestões de filmes, temas para a produção textual a partir de vários temas.

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Atualizando informações sobre questões voltadas para Violência contra a mulher, quer seja no Brasil ou no Mundo, compartilhamos uma matéria recente do site ONU.ORG.BR,

Delegacia de polícia em Mombasa, no Quênia, com uma unidade especial para crimes contra crianças e mulheres. Foto: Panos / Sven TorfinnDelegacia de polícia em Mombasa, no Quênia, com uma unidade especial para crimes contra crianças e mulheres. Foto: Panos / Sven TorfinnDe acordo com o novo relatório das Nações Unidas, mais de um terço das mulheres em todo o mundo são afetadas pela violência física ou sexual, muitas nas mãos de um parceiro íntimo. O relatório também oferece diretrizes para ajudar os países a responder essa epidemia global.

O relatório “Estimativas mundiais e regionais da violência contra mulheres: prevalência e efeitos na saúde da violência doméstica e sexual” representa o primeiro estudo sistemático de dados globais sobre a contínua violência contra as mulheres.

Cerca de 35% de todas as mulheres vão enfrentar violência sexual nas mãos de um parceiro íntimo – que é o tipo mais comum de violência, afetando 30% das mulheres em todo o mundo –, ou de um não parceiro, afirma o documento divulgado nesta quinta-feira (20) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em parceria com a Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres e do Conselho Sul-Africano de Pesquisa Médica.

O relatório detalha o impacto da violência sobre a saúde física e mental de mulheres e meninas, que vão de ossos quebrados a complicações relacionadas com gravidez, problemas mentais e funcionamento social prejudicado.

O documento aponta que 38% de todas as mulheres que foram assassinadas no mundo foram mortas por seus parceiros íntimos.

De acordo com Margaret Chan, diretora-geral da OMS, os sistemas de saúde do mundo podem e devem fazer mais pelas mulheres que sofrem de violência física ou sexual.

“Essas descobertas enviam uma mensagem poderosa de que a violência contra as mulheres é um problema de saúde global de proporções epidêmicas”, acrescentou Chan.

http://www.onu.org.br/mais-de-um-terco-das-mulheres-ja-sofreram-com-a-violencia-sexual-em-todo-o-mundo-diz-oms/

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Para estudar para as provas que se aproximam, fiquem atentos ao que deverá ser revisto.

SEGUNDO ANO

  • As turmas A, B, D e E (esta última da professora Overlane) deverão estudar os capítulos 14 e 15 do livro e a turma C (que utiliza um livro diferente das demais turmas) estudará os capítulos 12 e 13.
  • Em todas as turmas os conteúdos cobrados serão os mesmos: Império Napoleônico e os processos de colonização e independência dos EUA. Os slides para revisão estão aqui e aqui.

TERCEIRO ANO

  • Os capítulos serão: 25 (somente a parte 4) e 27 (partes 1, 2, 3, 4 e 5). O tema geral é a Nova Ordem Mundial, cujo slide para revisão está aqui.

 

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