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Archive for the ‘Eventos na Escola’ Category

Enfim, enceramos a quinta edição de Uma Semana em Roa & Lilás. Repetimos a habitual fórmula de promover na Escola um produtivo debate em torno das mais relevantes questões sobre os gêneros, tendo pessoas e instituições atuantes na sociedade civil como parceiras. A comunidade escolar participou e mais uma vez saiu-se fortalecida e mais amadurecida a nossa capacidade de compreensão e atuação diante dos desafios pela igualdade entre os sexos. Além das frutíferas e enriquecedoras palestras, esse ano foi aprimorada aquela que é, para nós, a grande atração da Semana: A atividade de produção de conhecimento promovida pelos próprios estudantes, que se desdobraram em variadas apresentações coordenadas, atendendo a uma interessante gama de temas em torno das relações de gêneros em diversos campos dos saberes. Em 2016 teremos uma Semana em Rosa & Lilás ainda melhor!

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A programação da edição deste ano repete a habitual proposta de integrar e aproximar a escola e sua comunidade da sociedade civil organizada, de instituições oficiais e do mundo acadêmico. Ao longo desta semana especial teremos atrações e contribuições valiosas para a formação de consciências e de atitudes diante das questões que são promovidas pela proposta do evento.

PROGRAMAÇÃO GERAL

  • Segunda-feira, 9 de março

MANHÃ:

– Palestra de Neide Silveira e Irani Elias, representantes do Fórum de Mulheres de Jaboatão / Coletivo de Mulheres e do SINPROJA (temática: “A trajetória da mulher trabalhadora e as conquistas trabalhistas”)

– Palestra da Profa. Dra. Noemia Maria Queiroz Pereira da Luz (PCR), que abordará os papeis das mulhres na História

TARDE:

– Palestra da Profa. Dra. Maria Helena Lira (UFRPE) com a temática “A educação do corpo e as relações de gênero na Escola”

  • Terça-feira, 10 de março

MANHÃ: “Políticas Públicas de Acolhimento para Mulheres Vítimas de Violência”, apresentação realizada por representantes da Secretaria Estadual da Mulher

  • Quarta-feira, 11 de março

MANHÃ:

– Palestra do deputado estadual Edilson Silva (Presidente da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Pernambuco) e equipe

– Palestra e exposição de Cleo Santana, fotógrafo do projeto “Desnudas (A beleza de ser o que é)”

– Palestra de Uana Mahin (Dança /UFPE) e Carine Vieira (Letras/UFRPE)

  • Quinta-feira, 12 de março

APRESENTAÇÕES DOS GRUPOS DE PESQUISAS TEMÁTICAS:

Equipe do PIBID / Ed. Física (UFRPE), Equipe do PIBID / História (UFRPE), Escritoras Marcantes, Mulheres no mercado, Mulheres e deficiência física, Mulheres no cinema, Mulheres no Cangaço,  Negras e famosas, Mulheres nos esportes, Mulheres cientistas, Violência doméstica, Feminismo ontem e Políticas públicas para mulheres

  • Sexta-feira, 12 de março

APRESENTAÇÕES DOS GRUPOS DE PESQUISAS TEMÁTICAS:

Além da lente, E se elas fossem reais?, Equipe do PIBID / Biologia (UFRPE), Mulheres e religião, Mulheres no crime, A ditadura da moda, Mulheres na guerra,  Equipe do PIBID / História (UFRPE), Tráfico de mulheres pernambucanas, Apresentação de trabalho do Grupo Viva +, Feminismo hoje, Hipátia de Alexandria e a Matemática

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O Jornal do Commercio destacou a realização de Uma Semana em Rosa & Lilás em matéria impressa e também por meio de um vídeo de divulgação. A matéria está neste link. O texto abaixo é um destaque da matéria escrita por Mariana Mesquita, do JC.

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JC de 8 de março de 2015

Escola estadual é modelo na obtenção de bons resultados

A Semana Rosa e Lilás é um evento que já se tornou tradição na escola estadual Trajano de Mendonça. Há cinco anos, a professora de português Rosário Leite teve a ideia do evento, que inicialmente foi uma atividade pontual e depois foi envolvendo os demais professores e alunos, atingindo seu ápice a partir de 2011, quando a experiência venceu duas categorias do prêmio Naíde Teodósio (promovido pela Secretaria Estadual da Mulher, em parceria com a Secretaria de Educação).

“Por cinco dias, não há aulas formais. Todos os professores relacionam os conteúdos das palestras e exposições às suas matrizes curriculares, de forma transdisciplinar”, explica Rosário, que descreve o método como “pedagogia de projetos”. Homens e mulheres procuram vestir algo nos tons lilás ou rosa, para lembrar a data.

“No começo, os professores que não eram da área de ciências humanas tinham mais dificuldades em se adequar. Depois, alguém resolveu trabalhar com os números, com as estatísticas que dizem respeito ao tema”, relembra. Nesta edição do evento serão abordados a saúde da mulher (Biologia), o mercado de trabalho e as mulheres (Geografia) e a memória das mulheres cientistas (Matemática, Química e Física), entre vários outros subtemas. Políticos, advogados, artistas e outros profissionais vão oferecer palestras, disponíveis também para as famílias dos estudantes. “Infelizmente o espaço é pequeno, não dá para abrir para o público em geral”, lamenta Rosário.

Discutir a valorização da mulher em uma escola pública é, na avaliação da professora, ajudar meninos e meninas a transformar suas próprias histórias. “Temos muitos relatos de violência doméstica entre os estudantes. Infelizmente, esse é um indicador social difícil, que faz parte da realidade deles. Mas, através do suporte contínuo e da discussão, acreditamos que podemos ajudar a formar uma geração com menos vítimas e menos agressores”, afirma.

Com cerca de 600 alunos e uma firme parceria com o programa de iniciação à docência da Universidade Federal Rural de Pernambuco, a escola estadual tornou-se referência na região. Seus alunos e professores impressionam pela união, engajamento e bons resultados. No último Enem, 93 dos 135 alunos concluintes passaram no vestibular. “Nosso exemplo comprova que, apesar de todas as dificuldades, é possível trabalhar com qualidade dentro da escola pública”, emociona-se Rosário.

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Confira o vídeo:

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Um novo ano letivo dá início a novos desafios, novos sonhos, novas possibilidades e uma série de outras renovações. O acolhimento aos estudantes que chegam é um momento marcante neste processo, pois sinaliza que estamos constantemente dispostos a celebrar e viver as renovações em nossas vidas e em nossas experiências. Conhecer novos parceiros e parceiras com quem passaremos a conviver nos próximos anos é um estímulo e esse tipo de recepção proporcionado pela vontade de acolher alivia expectativas e preocupações, servindo também serve como uma alegre demonstração de boas-vindas. Estudantes veteranos foram acolhidos e agora fazem o mesmo com os novos colegas, pois mais um ciclo tem início.

Sejam todos bem-vindos. A escola é de vocês!

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Pela primeira vez foi realizada na escola a Semana da Consciência Negra, com enfoque dedicado a promover saberes e consciências em torno das complexas situações que envolvem a diversidade étnica do Brasil. Palestras, exibições de vídeos, atividades lúdicas e muitas ideias foram vistas e experimentadas na escola com envolvimento de todas as séries e turmas, além do engajamento da equipe escolar e colaboração de convidados muito especiais. O saldo de um evento desse tipo é muito importante para o amadurecimento de reflexões e perspectivas, além de ressaltar o próprio processo de desenvolvimento de atitudes e comportamentos que valorizem a preparação dos jovens para o exercício da cidadania, afinal, temas como racismo, consciência social e histórica, valores éticos e fundamentos de respeito foram abordados e debatidos pela comunidade escolar.

Na segunda-feira (dia 17) o professor Ronildo Nascimento, da Escola Nestor Gomes, em Jaboatão, trouxe sua abordagem sobre a formação multiétnica do Brasil e sobre a necessidade de valorizar a contribuição africana neste processo. No mesmo dia o professor Emanuel Bernardo, da ETE Epitácio Pessoa, no Cabo de Santo Agostinho, apresentou um panorama histórico da África, abordando a diversidade e riqueza cultural do continente e de seus povos. Na terça-feira (18) Cléber Fernandes, acadêmico de Direito, militante do MNU (Movimento Negro Unificado) e integrante do Conselho Municipal de Igualdade Racial, tratou dos aspectos legais e sociais do processo de garantia de direitos à população afro-descendente e luta contra o racismo. Na quarta-feira (19) o grupo de estudantes de História da UFRPE que atuam na escola vinculados ao PIBID realizaram sua participação através da promoção de uma mostra de vídeos com debates e também por meio da apresentação de um espetáculo com teatro de bonecos. Na quinta (20) a programação ficou por conta da própria equipe pedagógica da escola e os professores Rômulo Peixoto, Georgos Santos, Paulo Alexandre e Overlane Cavalcanti discutiram conjuntamente e com os estudantes diversas questões importantes sobre o racismo e a necessidade de desenvolvimento de consciências sobre o problema. A programação de encerramento, na sexta-feira (21), contou com Gustavo Almeida, da TVU, que exibiu e discutiu aspectos relativos a seu documentário Babá Paulo Braz – Conexão Ifé, filme que relata uma aventura de (re)descoberta da África. Além desses momentos de aprendizagem, outras atividades também foram realizadas nas salas de aula a exemplo da exibição do filme 12 anos de escravidão, ganhador do Oscar de melhor filme esse ano, e também da apresentação itinerante promovida voluntariamente por um grupo de alunos de primeiro ano sobre a relação entre o movimento rip rop e as lutas contra o racismo.

Uma atividade como essa cumpre um papel importante no processo de educação voltada para a constituição de valores, de cidadania e de respeito à diversidade que marca nosso povo. Experiências como essa são ótimas para todos que se envolvem por ela.

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A Lei 10.6039 de 2003 determinou que todas as escolas, públicas e particulares, devem obrigatoriamente abordar em suas programações didáticas e nos planejamentos das aulas e abordagem de conteúdos a temática relativa à história e cultura afro-brasileira (e indígena também, conforme a Lei 11.645 de 2008). Mas abordar nossas tradições ancestrais e tem mais efeitos do que ampliação de nosso conhecimento e dimensões sobre as culturas diversas a respeito da matriz africana que é tão importante para a formação do Brasil e composição do povo brasileiro e suas diversas manifestações culturais seja por meio de expressões artísticas, religiosas, linguísticas, folclóricas e até comportamentais. É importante também porque permite a reflexão relativa à nossa realidade social, considerando que convivemos com efeitos de um processo histórico que demonstra a necessidade de analisarmos questões fundamentais como o racismo, problemas associados aos efeitos de anos de desigualdades, a dificuldade de reconhecimento e valorização de elementos étnicos herdados do continente africano e, enfim, a relevância de encararmos nossas origens e composições multiculturais para que possamos nos compreender melhor como um povo rico em diversidade capaz de encarar grandes desafios.

Por tudo isso a escola tem a satisfação e o dever de promover um momento especial para vivência sobre sobre a história e cultura afro-brasileira – embora isso não deva ficar restrito a um evento em particular. A participação dos estudantes é essencial e juntos teremos, paralelamente às aulas regulares, momentos para aprendermos mais sobre o povo brasileiro e suas referências.

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Aqui estão as listas com as 10 maiores pontuações gerais e as 5 maiores pontuações por prova/área de conhecimento:

PRIMEIRO ANO:

SEGUNDO ANO:

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