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Archive for the ‘Geral/Recados’ Category

2015-02-12 06 06 41

A importância que damos ao envolvimento dos estudantes em várias ações como protagonistas e agentes em atuação pela melhoria da qualidade da educação não é por acaso, pois a escola acredita e aposta nessa participação. E isso foi destacado numa matéria da revista Gestão Escolar, que é a mais importante publicação nacional especializada nas temáticas do desenvolvimento administrativo-pedagógico. A revista é acessível em formato digital e aqui está a reportagem da qual participamos.

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Aqui estão as listas com as 10 maiores pontuações gerais e as 5 maiores pontuações por prova/área de conhecimento:

PRIMEIRO ANO:

SEGUNDO ANO:

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A Secretaria de Educação realiza verificações para medir o nível de aprendizagem dos estudantes de toda a rede estadual, inclusive através de provas aplicadas para avaliar resultados obtidos pelos desempenhos apresentados pelos alunos. A principal dessas avaliações é o SAEPE, que é aplicado para as turmas terminais – em nosso caso, o Terceiro Ano.

Os testes e seus resultados permitiram identificar quatro níveis de desempenhos.

  • Elementar I: “Apresenta características dos estudantes que se encontram mais distantes da realização dos objetivos associados à sua etapa de escolaridade”, ou seja, apresentaram ao longo da formação dificuldades que exigiram maiores atenções em função das dificuldades que tiveram em relação ao domínio das habilidades medidas.
  • Elementar II: “Apresenta as características dos estudantes que ainda demonstram ter uma aprendizagem inferior ao que é previsto para sua etapa de escolaridade”
  • Básico: “Apresenta as características dos estudantes que se encontram com o desempenho mínimo, mas compatível com o que se espera de um estudante naquela etapa de escolaridade e área de conhecimento”.
  • Desejável:”Apresenta as carecterísticas dos estudantes que se encontram com o desempenho considerado satisfatório. É um patamar ideal para aquela etapa de escolaridade e área de conhecimento”.
Níveis de desempenho

Níveis de desempenho

Com bastante esforço a equipe de da Escola busca aprimorar cada vez mais a qualidade de nosso trabalho para oferecer a melhor qualidade de ensino – apesar das dificuldades que encontramos em nosso cotidiano e que, de alguma maneira, até implicam em fatores que atrapalham a todos. O fruto desse empenho coletivo que também é assimilado pelos estudantes pode ser visto na evolução dos resultadas da escola, tanto em termos de aprovações em processos seletivos de universidades quanto também na medição do SAEPE e outros indicadores positivos (também federais) obtidos pela Escola.

No caso do SAEPE os detalhes que chegaram do levantamento até 2012 são muito positivos (e sabemos que no ano passado houve um avanço medido pelo aumento de nossa nota no exame aplicado pela Secretaria de Educação). Nosso nível de resultado desejável tanto em Português quanto em Matemática (disciplinas avaliadas) é bem maior que as médias de toda a rede estadual e da regional Recife-Sul assim como a escala Elementar I verificada na Escola é bem inferior aos resultados médios do estado e da regional e a meta é continuarmos nesse processo de evolução, oferecendo uma escola cada vez melhor para contribuir por uma formação melhor e para ampliar as possibilidades de conquistas de nossos estudantes. Aqui está a demonstração medida pela Secretaria de Educação:

Evolução dos resultados - Português

Evolução dos resultados – Português

mat

Evolução dos resultados – Matemática

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2014-07-07 20 05 33

Objetivos

  • Incentivar o interesse pela pesquisa científica, estimulando a capacidade investigativa e a inventividade;
  • Associar aspectos das relações entre teorias e práticas possibilitando uma experiência vívida e concreta de produção de conhecimento;
  • Fomentar a ação da interdisciplinaridade no âmbito da escola e no trabalho pedagógico;
  • Estimular e aprimorar o trabalho coletivo e a integração produtiva entre educandos e educadores;
  • Proporcionar a culminância de ações didáticas e de pesquisa desenvolvidas na escola.

 

Participação

  • Os projetos deverão ser realizados por grupos formados preferencialmente por alunos de uma mesma turma, podendo conter no mínimo 4 e no máximo 6 membros, não sendo permitida a participação de estudantes em mais de um grupo ao mesmo tempo;
  • A inscrição de grupos com membros de turmas diferentes dependerá da avaliação da comissão organizadora da Mostra conforme critérios que ela considerar relevantes e justificáveis;
  • Cada grupo indicará um membro como representante, que será responsável pelo registro da inscrição e participará de reuniões convocadas para a prestação de esclarecimentos;
  • A inscrição será realizada através de um formulário próprio, disponibilizado a partir do dia 14 de julho;
  • Após a inscrição, a equipe não receberá mais membros;
  • O período de inscrição será de 21 a 25 de julho, mas as atividades dos grupos podem ser iniciadas informal-mente mesmo antes ou durante esse período.

Projetos

  • Poderão ser explorados projetos em quaisquer disciplinas das áreas da Matemática, Ciências da Natureza, Códigos e Linguagem e Ciências Humanas, inclusive havendo a possibilidade de temas ou pesquisas que integrem diferentes disciplinas e diferentes áreas;
  • As propostas de temas e pesquisas podem ser livres – conforme a curiosidade espontânea dos próprios estudantes – ou ainda de acordo com sugestões previamente indicadas por professores (que deverão divulgar suas propostas para os estudantes que poderão aderir a elas caso acolham a ideia);
  • No caso de projetos propostos com o mesmo tema terá inscrição aceita aquele que foi apresentado primeiro;
  • Projetos já em andamento através de ações didáticas desenvolvidas por professores também podem ser inscritos;
  • Grupos e núcleos de pesquisa em atuação na escola podem articular projetos para inscrição entre seus membros.

 

Desenvolvimento e orientação

  •  Escolhido o tema e realizada a inscrição, os grupos contarão com professores orientadores previamente indicados ou apontados após a inscrição por meio da distribuição de grupos com o objetivo de evitar a sobrecarga de orientadores com grupos excessivos;
  • Grupos podem ter até dois orientadores em casos avaliados e aprovados pela comissão organizadora da Mostra ou ainda podem contar com orientadores de áreas distintas do campo específico da pesquisa, situação também avaliada pela comissão em conjunto com os professores-orientadores;
  • São compromissos dos professores-orientadores: Sugerir temas para grupos que ainda não identificaram algum, apoiar a iniciativa da pesquisa, verificar a viabilidade do projeto conforme seu andamento, sugerir referências, acompanhar o progresso do trabalho, analisar previamente o material produzido e avaliar parcialmente o desempenho da equipe;
  • São compromissos dos orientandos: Cumprir o cronograma de trabalho, atuar conjuntamente, cumprir suas tarefas para a execução da pesquisa, realizar de maneira organizada e ordeira suas reuniões de trabalho e estudos, zelar pelo material utilizado, produzir o material para a apresentação e elaborar os registros (textos, fotos, vídeos) e relatório final da pesquisa;
  • As apresentações serão realizadas através de comunicação oral em espaços definidos pela comissão organizadora, prevalecendo a estrutura típica de seminários utilizando slides projetados por equipamento de “data-show”, cartazes, maquetes ou outros meios viáveis aprovados pelos orientadores;
  • Projetos que necessitem de demonstrações práticas em ambientes abertos ou fechados terão espaços para apresentação definidos conforme as necessidades e condições avaliadas pela comissão organizadora e pelos orientadores;
  • O tempo de exposição de cada apresentação e a quantidade de exposições feitas pelos grupos serão definidos e divulgados após a apuração das inscrições e totalização das equipes registradas;
  • As apresentações serão realizadas em horários elaborados pela comissão organizadora quando concluída a programação definitiva da Mostra, sendo divulgada com antecedência que permita a adequada preparação das equipes;
  • Na manhã do primeiro dia da Mostra cada equipe deverá entregar um relatório escrito ao(à) professor(a)-orientador(a), sendo tal documento produzido conforme critérios e padrão que serão divulgados em reunião com os representantes dos grupos.

Avaliação

  • A participação na Mostra implicará em pontuação que comporá a N1 conforme critérios definidos pelos professores e esclarecidos para os alunos, podendo ser a nota integral ou parcial da N1;
  • Serão consideradas as seguintes etapas das avaliação dos projetos:
  1. 1. Avaliação do(a) professor(a)-orientador(a) [AV1]: Varia de 0 a 4 pontos
  2. 2. Avaliação da apresentação por professores examinadores [AV2], que levarão em consideração e pontuarão estes critérios:

a) Organização do grupo (0 a 2 pontos)
b) Clareza e domínio de conteúdo (0 a 2 pontos)
c) Relatório escrito (0 a 2 pontos)

  • Cada sessão de apresentação da pesquisa será avaliada por, pelo menos, um(a) avaliador(a) diferente, que atribuirá suas notas;
  • Ao final das apurações das notas atribuídas pelos avaliadores será levantada uma média dos resultados apontados, que será o definitivo resultado da AV2;
  • A nota final da participação na Mostra será a soma da AV1 e da AV2.

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2014-07-07 20 04 43

Já estão abertas as inscrições para a primeira edição de nosso festival de talentos. Será uma programação especial com exibições artísticas e também com a reedição do torneio de xadrez.

 

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Olá!! Boas vindas a mais Uma Semana em Rosa e Lilás !!!

Estamos iniciando mais uma edição do projeto “Uma Semana em Rosa e Lilás” e  com grande alegria podemos registrar o envolvimento dos ‘trajanenses’, a começar pela preparação do espaço escolar para receber os estudantes e os convidados.

Este projeto foi gerado no cotidiano escolar, na construção de saberes a partir do princípio que a educação se faz por meio da interação, da partilha, do doar-se e assim sentir-se pleno(a) e aberto(a) a novas experiências, no encontro com o outro que carrega em si muito do outro, deste modo a cada edição somos agraciados(as) com palestrantes voluntários de diversos segmentos sociais, além dos educadores da instituição, que no decorrer da semana lhe serão apresentados(as).

É no espaço da alteridade que estudantes e educadores(as) desenvolvem pequenos mas relevantes projetos que giram em torno da temática de enfrentamento à violência em razão do gênero e em particular da violência doméstica contra a mulher. Usando as cores rosa e lilás, declarando que as escolhas não têm necessariamente um  ’tom’, um ‘som’, ‘uma forma’ única de expressar-se mas na diversidade de saberes e fazeres é que exercitamos plenamente a cidadania; pelo respeito e pela solidariedade saímos do lugar comum e vivenciamos uma aprendizagem focada nos direitos humanos e na ética.

Seja nosso(a) convidado(a) nesta viagem desafiadora.

Compartilhamos assim, alguma imagens do período preparatório do evento e do primeiro dia de atividades, boa visita virtual:

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jornal

Jornal do Comercio, 24 de outubro de 2013

Publicada no dia 24 de novembro, a matéria sobre os 10 anos do programa Bolsa Família abordou a experiência desta política pública a partir das perspectivas de estudantes beneficiados. A jornalista Ciara Carvalho esteve na escola buscando informações e foi conversar com estudantes. A visita rendeu uma continuidade para a investigação jornalística e a reportagem seguiu para as residências de Cleyvsson, do 3ºC, e de Tatiane, que concluiu sua fase escolar no ano passado e hoje está no ensino superior. A reportagem que segue abaixo também pode ser conferida aqui, através de seu link original (embora no jornal impresso o texto seja mais completo)

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Foto: Igo Bione/JC Imagem

Programa ajuda a manter jovens na escola

Um exército de 16 milhões de estudantes recebe o Bolsa Família no Brasil hoje. A exigência do programa de manter crianças e jovens na escola ajudou a melhorar indicadores de evasão e reprovação, mas o desafio maior é garantir a aprendizagem

No início do ano, Cleyvisson Ferreira, 17 anos, andou faltando a escola. Um pouco de preguiça misturado com desinteresse e a frequência escolar foi lá para baixo. Caiu para 30%. Resultado: os R$ 200 do Bolsa Família que ele, a mãe e as duas irmãs recebem foram cortados. Dois meses sem receber um centavo. A cobrança em casa foi imediata. “Eu só não apanhei. Mas ouvi de tudo”, admite Cleyvisson, que cursa o 3º ano do ensino médio na Escola de Referência Professor Trajano de Mendonça, em Jardim São Paulo, Zona Oeste do Recife. O puxão de orelha funcionou e o jovem voltou a frequentar a escola religiosamente. O alerta fez mais do que trazer de volta o dinheiro do Bolsa Família. Fez Cleyvisson se empenhar mais e o mais importante: não se afastar dos estudos justamente no ano em que ele conclui o ensino médio. O jovem já está inscrito em dois vestibulares e agora o sonho é chegar à universidade.

A mãe de Cleyvisson, Verônica Ferreira da Silva, 40, não tem dúvida. Não fosse a obrigatoriedade imposta pelo Bolsa Família seria bem mais difícil convencer o filho a continuar na escola. “Ele percebeu o problema que isso gerava. Se deixasse de ir, as coisas iriam faltar para ele mesmo”, conta. Professores, pais e os próprios alunos concordam: a condicionalidade da frequência escolar, criada pelo Bolsa Família para melhorar os indicadores de educação entre os beneficiados do programa, ajuda a criar uma espécie de corrente do bem. Por ser obrigado a permanecer na sala de aula, o aluno acaba se interessando mais e, uma vez que as condições da escola ajudem, tem mais chances de melhorar a aprendizagem. Após dez anos do Bolsa Família, os indicadores educacionais revelam que essa matemática está correta. Mas sozinha não será capaz de fazer a revolução que o País precisa para romper o ciclo de pobreza.

Levantamentos apresentados pelo Ministério do Desenvolvimento Social, gestor do programa, apontam o impacto positivo da transferência de renda na educação. O rendimento dos estudantes beneficiados pelo Bolsa Família nas regiões Norte e Nordeste no ensino médio, por exemplo, é melhor do que a média brasileira das escolas públicas. A taxa de aprovação desses alunos é de 82,3% no Norte e 82.6% no Nordeste. Já a taxa brasileira é de 75,6%. Os números são promissores também quando o recorte é a evasão escolar. A taxa de abandono no ensino médio no País era de 11,3% em 2012, mas entre os alunos beneficiados pelo Bolsa Família, essa taxa ficou em 7,4%.

Com base nos dados do Cadastro Único, que reúne todos os brasileiros que recebem algum tipo de benefício social, pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) fizeram um estudo comparativo e identificaram que as chances de reprovação entre os alunos beneficiados pelo Bolsa Família são menores em relação aos estudantes não atendidos pelo programa. “Cruzamos os dados do cadastro com os do Censo Escolar e os do Sistema Presença, que registra a frequência escolar dos beneficiados do Bolsa Família, e verificamos que esse universo tem 11% menos de chance de repetir de ano. Isso mostra que a condicionalidade está funcionando”, afirma o economista Luís Felipe de Oliveira, um dos autores do estudo. Apesar de apontar avanços, o pesquisador do Ipea avalia que o resultado não é surpreendente e depende de outros fatores para ter uma efetividade maior.

“O Bolsa Família sozinho não vai resolver o problema da educação. Conseguimos atrair esse aluno para a escola, mantê-lo na sala de aula. O passo decisivo agora é melhorar os níveis de aprendizagem. E esse desafio não ser limita apenas aos estudantes atendidos pelo programa, mas à escola como um todo”, reforça Armando Simões, especialista em políticas públicas e gestão ambiental do Ministério de Desenvolvimento Social. Ele cita como condição fundamental melhorar a oferta de serviço das escolas públicas. “De que adianta obrigar o aluno a ficar na escola, se o ensino não é de qualidade?”, questiona Simões.

Uma das principais apostas do governo federal para dar o passo adiante, sugerido pelo pesquisador, é o Programa Mais Educação. Implantado em 2008, o projeto se apoia na lógica do ensino integral, como estratégia para fazer com que o aluno passe mais tempo na escola e, com isso, aprenda mais. A iniciativa é focada, prioritariamente, nas escolas que possuem a maioria dos alunos beneficiados pelo Bolsa Família. Nas regiões Norte e Nordeste, as unidades de ensino com esse perfil já representam, respectivamente, 68% e 85% do total de escolas atendidas pelo programa. O crescimento da rede ligada ao Mais Educação foi vertiginoso. Em cinco anos de programa, o número de escolas vinculadas saltou de 1.380 para quase 50 mil unidades.

Especialistas argumentam que melhorar a oferta do serviço, com professores mais qualificados, laboratórios e equipamentos, pode ser uma estratégia tão eficiente para manter o aluno na escola quanto a obrigatoriedade da frequência. Quem confirma, na prática, esse raciocínio é a estudante Tatiane dos Santos, 20 anos, que concluiu no ano passado o ensino médio. Beneficiária do Bolsa Família, ela conta que não foi a condicionalidade do programa que a fez seguir nos estudos, mas o envolvimento, incentivo e dedicação dos professores. “Minha alegria maior era saber que as pessoas que acreditaram em mim estavam satisfeitas com as minhas conquistas”, comemora. A jovem fez vestibular no ano passado e foi aprovada no curso de turismo do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE). E não pensa em parar por aí. “Quero me impor um desafio maior. Talvez fazer um outro vestibular, uma especialização.” Em sua casa, ela será a primeira pessoa da família a ter um curso superior.

2013-10-25 16 24 03

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