Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Opinião’ Category

VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES: A SITUAÇÃO

O PROBLEMA

A violência contra as mulheres assume muitas formas – física, sexual, psicológica e econômica. Essas formas de violência se inter-relacionam e afetam as mulheres desde antes do nascimento até a velhice.

Alguns tipos de violência, como o tráfico de mulheres, cruzam as fronteiras nacionais.

As mulheres que experimentam a violência sofrem uma série de problemas de saúde, e sua capacidade de participar da vida púbica diminui. A violência contra as mulheres prejudica as famílias e comunidades de todas as gerações e reforça outros tipos de violência predominantes na sociedade.

A violência contra as mulheres também empobrece as mulheres, suas famílias, suas comunidades e seus países.

A violência contra as mulheres não está confinada a uma cultura, uma região ou um país específicos, nem a grupos de mulheres em particular dentro de uma sociedade. As raízes da violência contra as mulheres decorrem da discriminação persistente contra as mulheres.

Cerca de 70% das mulheres sofrem algum tipo de violência no decorrer de sua vida.

As mulheres de 15 a 44 anos correm mais risco de sofrer estupro e violência doméstica do que de câncer, acidentes de carro, guerra e malária, de acordo com dados do Banco Mundial.

Violência praticada pelo parceiro íntimo

A forma mais comum de violência experimentada pelas mulheres em todo o mundo é a violência física praticada por um parceiro íntimo, em que as mulheres são surradas, forçadas a manter relações sexuais ou abusadas de outro modo.

Um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) realizado em 11 países constatou que a porcentagem de mulheres submetidas à violência sexual por um parceiro íntimo varia de 6% no Japão a 59% na Etiópia.

Diversas pesquisas mundiais apontam que metade de todas as mulheres vítimas de homicídio é morta pelo marido ou parceiro, atual ou anterior.

  • Na Austrália, no Canadá, em Israel, na África do Sul e nos Estados Unidos, 40% a 70% das mulheres vítimas de homicídio foram mortas pelos parceiros, de acordo com a Organização Mundial da Saúde.
  • Na Colômbia, a cada seis dias uma mulher é morta pelo parceiro ou ex-parceiro.

A violência psicológica ou emocional praticada pelos parceiros íntimos também está disseminada.

(…)

Violência e HIV/AIDS

A incapacidade de negociar sexo seguro e de recusar o sexo não desejado está intimamente ligada à alta incidência de HIV/AIDS. O sexo não desejado resulta em maior risco de escoriações e sangramento, o que facilita a transmissão do vírus.

Mulheres que são surradas por seus parceiros estão 48% mais propensas à infecção pelo HIV/AIDS.

As mulheres jovens são particularmente vulneráveis ao sexo forçado e cada vez mais são infectadas com o HIV/AIDS. Mais da metade das novas infecções por HIV em todo o mundo ocorrem entre os jovens de 15 a 24 anos, e mais de 60% dos jovens infectados com o vírus nessa faixa etária são mulheres.

 (…)

Violência e HIV/AIDS

A incapacidade de negociar sexo seguro e de recusar o sexo não desejado está intimamente ligada à alta incidência de HIV/AIDS. O sexo não desejado resulta em maior risco de escoriações e sangramento, o que facilita a transmissão do vírus.

Mulheres que são surradas por seus parceiros estão 48% mais propensas à infecção pelo HIV/AIDS.

As mulheres jovens são particularmente vulneráveis ao sexo forçado e cada vez mais são infectadas com o HIV/AIDS. Mais da metade das novas infecções por HIV em todo o mundo ocorrem entre os jovens de 15 a 24 anos, e mais de 60% dos jovens infectados com o vírus nessa faixa etária são mulheres.

Essas informações foram obtidas em um endereço que discute este e outros temas , numa escala globa : ONU-Brasil, para ler na íntegra vá até : http://www.onu.org.br/unase/sobre/situacao/    e descubra quanto há a ser discutido sobre o assunto.

Anúncios

Read Full Post »

Caros alunos,

Já estou com as notas da N2 prontas. Posso publicar aqui?

Isabel.

Read Full Post »

Revista Época – Ed. 704 (novembro/2011)

Estudos recentes sugerem que os jovens não sabem pesquisar na internet. Como as escolas podem ajudá-los a explorar essa fonte de informação

BOM-SENSO Leonardo Castro usa o Google para fazer 80% de seus trabalhos. “Dou preferência aos resultados da primeira página”, diz (Foto: Camila Fontana/ÉPOCA)

BOM-SENSO Leonardo Castro usa o Google para fazer 80% de seus trabalhos. “Dou preferência aos resultados da primeira página”, diz (Foto: Camila Fontana/ÉPOCA)

No início dos anos 1990, uma coleção de enciclopédias tinha o mesmo valor educacional que um microcomputador tem hoje em dia – eram ótimas ferramentas de pesquisa para os estudantes. Para quem tem menos de 20 anos, pode parecer incompreensível. Como uma coleção de livros de capa dura, grandes, pesados e difíceis de manusear, pode ser tão eficaz quanto os programas de busca da internet, que nos colocam a dois cliques de qualquer resposta? A geração que nasceu depois do surgimento da internet tem a sua disposição o maior volume de informação da história. Mas novos estudos sugerem que a intimidade dos jovens com o mundo digital não garante que eles sejam capazes de encontrar o que precisam na internet.

Uma pesquisa da Universidade de Charleston, nos Estados Unidos, mostra que a geração digital não sabe pesquisar. Acostumados com a comodidade oferecida por mecanismos de busca como o Google, eles confiam demais na informação fácil oferecida por esses serviços. O estudo mostrou que os estudantes usam sempre os primeiros resultados que aparecem após uma busca, sem se importar com sua procedência. No estudo, os pesquisadores pediram a um grupo de universitários que respondesse a algumas perguntas com a ajuda da internet. Mas fizeram uma pegadinha: fontes de informação que não apareceriam no topo da lista de respostas do Google foram apresentadas propositalmente como primeira opção. Os estudantes nem notaram a troca: usaram as primeiras respostas acriticamente. Outro estudo, realizado pela Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, pedia que 102 adolescentes que estavam se formando no ensino médio buscassem termos diversos em sites de pesquisa on-line. Todos trouxeram os resultados, mas nenhum soube informar quais eram os sites usados para obter as respostas: se veio da internet, já estava bom.

A conclusão dos cientistas é que os estudantes de hoje confiam demais nas máquinas. Em princípio, esse comportamento faz sentido, porque os sistemas de buscas oferecem conteúdos cada vez mais relevantes. Mas gera uma efeito colateral preocupante: a perda da capacidade crítica. “Precisamos ensinar os alunos a avaliar a credibilidade das fontes on-line antes de confiar nelas cegamente”, diz Bing Pan, pesquisador da Universidade de Charleston. “As escolas deveriam ajudar os estudantes a julgar melhor as informações.”

O cenário descrito pela pesquisa não é exclusivo dos estudantes americanos. O paulistano Leonardo Castro, de 15 anos, estudante do 1º ano do ensino médio da escola Arquidiocesano, em São Paulo, diz que usa a internet para fazer 80% de seus trabalhos escolares. A fórmula se repete a cada trabalho: ele acessa o Google, insere o tema da pesquisa, consulta dois ou três sites que tratam da mesma coisa e redige seu texto. “Dou preferência aos resultados que estão na primeira página”, afirma. Ele tem algumas fontes que considera mais confiáveis, como o site Brasil Escola. Conta que os professores incentivam o uso da internet nas pesquisas e alguns sugerem sites específicos que os alunos deveriam visitar. Mas Leonardo só se preocupa com as fontes de informação na hora de relacionar as referências usadas na pesquisa – algo diferente de olhar criticamente a informação antes de usá-la no trabalho.

A vestibulanda Clarice Araújo, de 18 anos, estuda no Imaculada Conceição, colégio tradicional de Belo Horizonte. Desde o 5º ano do ensino fundamental, ela usa a internet como principal ferramenta para ajudar nas lições. Os buscadores também se tornaram aliados em sua preparação para o vestibular e para a última prova do Enem. Clarice acertou 90% das questões, uma boa marca para quem pretende cursar medicina na Universidade Federal de Minas Gerais. Segundo ela, a maioria dos professores do colégio incentiva o uso da internet e sugere os melhores sites para pesquisar. “Já tomei um puxão de orelha por ter me baseado em apenas um site”, diz Clarice. “Sei que deveria verificar a origem das informações, mas, na maioria das vezes, uso só o bom-senso.” Os professores contam que a maioria dos estudantes não faz nem isso. Eles simplesmente copiam (com algumas palavras trocadas) informações que aparecem nas primeiras respostas do Google. É uma maneira muito limitada de usar a rica fonte de informações que é a internet. O caminho para evitar isso é o mesmo que se requer em qualquer outra disciplina: orientação e acompanhamento.

“O professor pode indicar alguns sites mais confiáveis para a pesquisa na hora de pedir um trabalho”, diz Adilson Garcia, diretor da escola Vértice, de São Paulo. Só isso, porém, pode não ser suficiente para formar alunos capazes de pesquisar de maneira crítica, criativa e independente. Primeiro, é preciso lhes mostrar como funcionam os mecanismos de busca. Eles devem entender que critérios esses serviços usam para hierarquizar suas respostas. Sabendo como os buscadores operam, podem restringir as buscas e obter resultados mais precisos. Em segundo lugar, os estudantes têm de aprender a verificar a procedência da informação, analisando em que tipo de site ela está publicada e se é confiável. O Google não escolhe suas respostas com base na veracidade ou qualidade do conteúdo. Por fim, os estudantes devem ser incentivados a confrontar a mesma informação em diferentes sites, para perceber como a orientação de cada um pode resultar em abordagens diferentes. “É preciso transformar os alunos em críticos da informação”, afirma a professora Maria Elisabeth Almeida, coordenadora do programa de pós-graduação em educação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. “Esse não é um desafio apenas das escolas do Brasil. É um problema mundial.”

Read Full Post »

Uma pesquisa realizada no Reino Unido revelou dados bastante curiosos sobre os hábitos educacionais da população infanto-juvenil no país. Segundo Dr. Pam Waddell, da Birmingham Science City, 54% das crianças que têm entre 6 e 15 anos preferem recorrer ao Google quando querem perguntar algo, deixando de lado os pais e até professores.

O levantamento foi realizado, em forma de questionário, com 500 crianças britânicas, mostrando que apenas um quarto delas recorre primeiro aos pais quando têm alguma dúvida. Além disso, mais de 20% dos entrevistados disseram nunca ter usado um dicionário impresso, enquanto que quase metade deles admitiu nem saber o que é uma enciclopédia.

Em entrevista com o Daily Mail, Waddell comenta que o objetivo da pesquisa era saber o quanto a iniciativa de exploração e descoberta das crianças tem sido influenciada pela era digital, agora que computadores e a internet estão amplamente difundidos na sociedade. Dr. Pam também diz que a descoberta não é de todo mal, pelo contrário: “O fato de eles estarem aptos a usarem a tecnologia para aprender é um bom sinal para o futuro”, conclui.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/google/20669-criancas-do-reino-unido-preferem-fazer-perguntas-ao-google-em-vez-dos-pais.htm#ixzz1p7YgVLz3

Read Full Post »

Queremos agradecer a todos que fizeram desta atividade um conjunto de experiências especiais, parabenizamos os estudantes, educadores e funcionários da EREM Professor Trajano de Mendonça pelo envolvimento com o combate à Violência Doméstica contra  a Mulher, através do Debate, da Reflexão, do Repúdio às práticas sexistas, da Construção  de um ambiente que busca alicerçar a produção do conhecimento em bases como Ética, Exercício Consciente da Cidadania,Respeito às Diferenças e Solidariedade …

Aos palestrantes convidados, o nosso respeito e sincero agradecimento…despedimos-nos com mais imagens desta sexta-feira quente em Recife…

Clique aqui para conferiro álbum de fotos

 

Read Full Post »

Há alguns anos , ouvi de certa Secretária de Educação que não é adequado referir-se à Escola em que se trabalha com o pronome possessivo “nossa”, como fiz no título deste post, uma vez que não nos pertence e sim à população… embora concorde que a EREMPTM não pertença a um indivíduo em particular, uso o referido possessivo para efeito de intimidade, afinal passamos em seu espaço no mínimo 1/3 das horas do dia, daí a sensação de estar em um cômodo familiar ao de casa… 

Explicações à parte, quero compartilhar algumas imagens especiais resultantes do cuidado de Belchior e da sua parceria com o vizinho mais próximo,cujo nome no momento insiste em não vir à mente, ainda assim permitam-me ainda afirmar que o nosso jardim é lindo!

Não o comparo ao de outras Escolas, pois este é particularmente cuidado com total desprendimento e sem cobrança alguma de quem quer que seja, é puro voluntariado de pessoas que nada recebem por isso, refiro-me a salário ou bonificação, investindo o tempo, que poderiam usar para descanso e a energia, que poderiam gastar com o lazer…

Faço assim um registro do carinho devotado de um ou dois homens à terra e aos seus frutos, que se empenham em tornar o ambiente de trabalho seu e dos demais , agradável , acolhedor, alegre ou simplesmente BELO!!! As flores adornam cada dia que ali passamos e enchem os nossos olhos de cor , graça  e certo orgulho de contemplar de quanto a interação entre homem e natureza pode ser amistosa.

Read Full Post »

Mascarados

Saiu o Semeador a semear
Semeou o dia todo
e a noite o apanhou ainda
com as mãos cheias de sementes.
Ele semeava tranquilo
          sem pensar na colheita
                                                  porque muito tinha colhido
                                                   do que outros semearam.
                                                  Jovem, seja você esse semeador
                                             Semeia com otimismo
                                             Semeia com idealismo
                                        as sementes vivas
                                        da Paz e da Justiça.

                                                                                                                                                                                                                 Cora Coralina

Read Full Post »

Older Posts »